domingo, 6 de dezembro de 2009

Comentário vocacional da liturgia de domingo (por Maria Águeda de Carlo)


Lucas escreve que Deus dirige sua Palavra a quem ele escolhe. E o faz no silencio (deserto) do coração, lugar de meditação, oração e resposta (decisão). Foi assim com João, filho de Zacarias, que assumiu a profecia de Isaías com missão, e anunciava: “preparai o caminho do Senhor”. João percorria o Jordão, pregando a mudança de vida (remissão dos pecados), na espera do Messias. Em nossa comunidade, a Palavra de Deus também nos é dirigida, a fim de aplainarmos as “veredas” e prepararmos o caminho para que Jesus Cristo seja presença viva na sociedade.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

“Existe na vida crista, um aspecto que constitui o núcleo, capaz, por si só, de colorir por inteiro todo o complexo da pessoa que crê: a vocação. Entendemos por vocação à resposta a vontade de Deus para cada batizado; essa resposta se dá com toda a pessoa (inteligência, coração e vontade) e com toda a vida (presente e futuro). A vocação cristã tem caráter global, integralizante, porque centra a pessoa que crê no cumprimento da vontade de Deus de maneira única e definitiva.”
(Jesús Sastre)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Um testemunho vocacional...


Meu nome é José Osvaldo , sou seminarista da diocese de Nossa Senhora de Oliveira, estou cursando filosofia na PUC - Minas.
A paróquia da qual minha família sempre morou é uma paróquia que sempre motivou as vocações, tenho a graça de ser acompanhado, mais de perto, por essas pessoas que ali residem.
Minha famílias sempre foi de grande participação na vida da Igreja e eu desde pequeno os acompanhava.
Fiz meu ciclo na catequese e, depois que terminei como catequizando, me engajei nos grupos jovens da PJ e cursilho. Com o tempo tive o anseio de ser catequista e o fui por dois anos, nesse período participei da catequese, cursilho e grupos de jovens. Foram estes meus principais incentivadores que despertou em mim a vontade de lançar - me em águas mais profundas. Foi o começo de um chamado mais forte à vocação, procurei meu pároco e ele me encaminhou para a pastoral vocacional, onde fizemos um acompanhamento mais profundo que me ajudou a discernir melhor a vocação e, com a ajuda deles estou procurando responder com generosidade ao chamado de Deus.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

LEITURA ORANTE DA PALAVRA

A Igreja se alimenta da Palavra de Deus que se encontra na Sagrada Escritura e que encontramos também na vida, na realidade. Deus fala nas coisas que acontecem e quem não procura entender as coisas da vida, os acontecimentos, a realidade atual, não pode entender a Bíblia, nem ouvir a Palavra que Deus quer dizer para nós. A Palavra de Deus, amplamente, abundantemente revelada, é o principal conteúdo da fé.
A revelação do Plano de Deus que descobrimos na Bíblia tem a ver com nossa missão batismal. A educação permanente da fé está ancorada na palavra de Deus que descobrimos na Bíblia. A leitura da Bíblia nos faz compreender que a história da salvação que Deus faz conosco, se revela na história da humanidade; a história do povo da bíblia nos ajuda a descobrir caminhos para nos organizarmos e nos tornarmos hoje povo de Deus.
Ao iniciar a Leitura Orante da Bíblia você vai ler a Palavra de Deus para escutar o que Deus lhe tem a dizer, para conhecer a Sua Vontade e viver melhor o Evangelho de Jesus Cristo.

1º Passo - LEITURA

Antes de tudo, você deve se perguntar:
"O que texto diz em si?"
Ler e reler o texto fazendo emergir os elementos, estar atento aos verbos, pois eles indicam ação; estar atento às idéias principais do texto, prestar atenção em cada palavra, nas imagens, nos personagens.
2º Passo - MEDITAÇÃO
Como Maria, rumine o que escutou (Lc 2,19.51), e assim descobrirá que "a Palavra de Deus está muito perto de ti: está na tua boca e no teu coração, para que a ponhas em prática" ( Dt 30,14). Você também deve ter sempre a preocupação de se perguntar: "O que o texto diz para mim, para nós?"

3º Passo - ORAÇÃO É a hora da prece, o momento de vigiar em orações, poderá ser um louvor, agradecimento, pedido de perdão, intercessão.... Até agora, Deus falou para você; chegou a hora de você responder a Ele. "O que o texto me faz dizer a Deus?"
4º Passo - CONTEMPLAÇÃO
Voltamos os afazeres da vida com um novo olhar sobre Deus e sobre os acontecimentos, com a determinação de dar o primeiro passo na construção da unidade e da paz. A pergunta é: O que vejo melhor e vou fazer a partir de agora?






quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O Chamado

A oração é o acontecimento que atinge decisivamente e para sempre a existência de uma pessoa. Perceber, assumir e viver fielmente essa vocação “chamado” é algo que vai acontecendo num processo de amadurecimento gradual.
Na vocação, há uma grande dose de mistério. Nem sempre é razoável, coerente e explicável. A história das vocações está povoada de fatos surpreendentes, espontâneos, às vezes sérios e outras vezes engraçados. Quase sempre a história de uma vocação foge de uma leitura puramente racional.
Quando falamos em vocação, é a pessoa que está em questão. É ela indentidade incomunicável e intransferível. Cada vocação tem o peso da realidade pessoal, do processo histórico. É a aventura de cada pessoa na descoberta do Deus vivo - experiência profunda do ser eleito, querido, chamado e enviado por Deus. Essa experiência verdadeira marca para sempre a vida da pessoa, atingindo os ossos e a medula, impossibilitando a de ficar acomodada.

RELAÇÃO DIALÓGICA

O que impulsiona a humanidade para frente é a comunicação. Temos necessidade da comunicação. Como é gostoso falar daquilo que somos, daquilo que gostamos, como é gracioso falar daquilo que amamos . Já diz o provérbio Latino “o bem se defunde por si mesmo”. Declaramos na comunicação aquilo que somos. Deus é assim. Ele se revela, se comunica, na sua palavra, nas suas ações, na natureza, nas pessoas, na sua obra criadora. Quando falamos de Deus, comunicamos a profundidade de sua vida em nós. Revelamos até que ponto Deus atingiu nossos ossos, nossa medula, nosso ser.
A palavra de Deus é Jesus Cristo, sua encarnação - manifestação histórica e concreta. Jesus é comunicação - notícia de Deus. Sua vida, presença, pregação , sua morte e ressurreição é a mensagem, revelação, testemunho, explicação de Deus ao mundo. Em Jesus tornar-se visível quem realmente é Deus. Jesus é a chave para compreendermos a vocação, ou seja, o “chamado”. Não é possível sentir-se chamado por Deus, descobrir a própria vocação, vivê-la fiel e quotidianamente sem uma relação profunda com a Palavra de Deus. Em Jesus, Palavra plena de Deus ao mundo, ouvimos o chamado. Toda opção vocacional verifica-se dentro de uma história de diálogo e de comunhão, de acolhimento e de relação com Jesus Cristo. Se a opção vocacional, como acolhimento, resposta e missão, não for feita em relação à Palavra de Deus, torna-se simples busca pessoal, que se ajusta e submete a circunstâncias concretas, interessadas e imediatas.
O espaço vital da pessoa chamada é a Palavra de Deus. Não só se alimenta da leitura da mesma mas vive desta escuta. Faz dela oração pessoal e comunitária: A palavra de Cristo habite em vós com toda sua riqueza (Col3,10). A Palavra de Deus está na Bíblia , na Igreja e em cada pessoa . Em cada um de nós desperta ecos particulares , sendo por si mesma, ponto de partida para o discernimento mais pessoal e mais íntimo do chamado de Deus a nossa vida. A Palavra de Deus nos alcança , removemos e comove-nos, toca-nos e levanta-nos. É semente posta no coração, espalha-da no campo amplo e pessoal de cada um. Ai é o lugar muito próprio, no qual se manifesta.
O fato vocacional cresce e se desenvolve geralmente em clima ou espaço em que a Palavra de Deus possa expressar-se e encontrar eco. Não é suficiente um simples atrativo natural e pessoal, inclinação natural, certo gosto. Onde está a Palavra de Deus, ali se nutrem, suscitam e florescem vocações. A leitura da Palavra de Deus, oração, a celebração da fé permitem à Palavra de Deus dirigir-se a cada um, encontrar o ambiente, a situação e o lugar de reconhecimento da mesma.
Isso é decisivo não só para o nascer de uma vocação, mas para o processo de amadurecimento e perseverança. O chamado-vocação pode paralizar-se ou até esterilizar-se se for perdido o ambiente onde já não se ressoa o dinamismo da Palavra de Deus. Esse dinamismo pode ser sufocada.
A palavra de Deus vivo desperta conhecimento, opção de entrega incondicional, compromisso. Entrando nessa dinâmica toma-se consciência do discernimento, eleição, decisão e fidelidade humilde. A Palavra de Deus é tesouro escondido no campo (Mt 13,44-46). A abandonar tudo para acolher o Todo. A alegria do achado impulsiona a pessoa à decisão radical de conversão ou mudança de vida.
Deus dirige-se à pessoa e a convida. Não despoticamente. A pessoa é livre. Pode recusar o chamado. “Chamei-vos e não respondeste, falei e não ouvistes” (Os65,12).
Falei-vos assiduamente, ainda que não ouvísseis, e vos chamei, mas não respondestes (Jr 7,13). Na medida que a pessoa resiste a crer, encontra-se sempre com seu medo, com sua incapacidade, procurando desculpas para fugir ao chamado, imperioso comprometedor de Deus.
Ao responder ao chamado de Deus, a pessoa toma consciência de que vai entrar em conflito com as exigências do mundo. Quando Deus chama alguém é para dispor dele inteiramente, de sorte que já não é dono de si, mas o outro domina sua vida. No meio do deserto, Moisés se dá conta de que alguém pronunciou seu nome duas vezes “Moisés, Moisés”. Esta experiência é violenta, como a que podemos ter quando alguém nos chama pelo nome num ambiente totalmente estranho.
Quando Deus se aproxima de uma pessoa e lhe fala, esta fica situada diante de uma opção. Este chamamento de Deus é o meio pelo qual ele converte as pessoas inominadas em instrumentos de sua vontade. Este acontecimento reveste a pessoa chamada de “mandato de sabedoria e de responsabilidade”. Deus confia uma missão concreta, cujo caráter revela imediatamente ou mais tarde. Este acontecimento é tão determinante que deixa a pessoa chamada totalmente só com Deus.

A NOSSA PEQUENEZ

A eleição nunca está vinculada ao valor ou “status” dos chamados, mas ao agir livre e gratuito de Deus que contradiz, os pressupostos humanos. Quem aceita que Deus o eleja imerecida e surpreendentemente, reconhece sua incondicionalidade e unicidade, como expressão da assunção total das exigências que isso comporta.
A eleição não se funda em pressupostos humanos nem proporciona nenhum tipo de privilégios. Seu sentido profundo e finalidade é que conduz a uma resposta ao amor de Deus, à obediência a ele e ao cumprimento de uma nova missão. Esta decisão não é objetivo alcançado, mas o início de um caminho. Deus como oleiro, trabalha a pessoa como argila (Gn2,7). Reconhecer que Deus entra na história pessoal e a vai dirigindo, leva a idéia da vinculação pessoal com ele. “Sei muito bem que Deus está por mim”(Sl/ 56,10). Deus é para o eleito, apoio, único bem, força, libertação, âncora no meio da tormenta, luz no meio das trevas.
Nem todos aqueles aos quais Deus se dirige alcançam o objetivo do seu chamado. A fé e o seguimento são frutos de disposição ou de decisão humana de confiante abertura, de acolhido simples e de fidelidade incondicionada. A eleição é graça. Deus elege a todos.
A resposta como acolhida é sempre confiança. “Vede, irmãos, quem foi chamado entre vós: não muitos sábios em sabedoria humana, não muitos poderosos, não muitos nobres; antes, Deus elegeu a loucura segundo o mundo, para envergonhar os sábios; e Deus elegeu a fraqueza, segundo o mundo, para envergonhar os fortes: Deus elegeu os plebeus, segundo o mundo, anular desprezando o que não é, para o que é (1Cor 1,26-28).
Os pequenos são os pobres de espírito das bem aventuranças de Jesus (Mt 5,3), os simples, o povo baixo, os pecadores, os desprezados, os não inteligentes, os considerados sem direitos ao conhecimento.
Deus cria sempre muitos desconcertos em nossos organogramas . Ele nunca se aproxima para nos dar razão, mas para nós confiarmos nele. Ele nunca nos fala para aplaudir nossos caminhos, mas para que comecemos a percorrer os seus com alegria e confiança incondicional. Quem aceita com humildade o plano de Deus acerca dele, ainda que não consiga entender todo o seu alcance e todas as suas conseqüências, esse é o “Servo do Senhor”, como Maria, a mãe de Jesus, protótipo de “eleita” de “chamada”: Eis a escrava do Senhor; “Faça-se em mim segundo a tua vontade” (Lc 1,38).
Pe. Carlos Alberto Chiquim
Fonte: http://www.sav.org.br/

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Catequista. Uma Vocação, um Ministério

A catequese tem como finalidade específica a de desenvolver, com a ajuda de Deus, uma fé ainda inicial e de promover em plenitude e alimentar cotidianamente a vida cristã dos fiéis de todas as idades. Trata-se, com efeito, de fazer crescer, no plano do conhecimento e na vida, o gérmen de fé semeado pelo Espírito Santo, com o primeiro anúncio do evangelho, e transmitido eficazmente pelo Batismo.
A catequese de primeira Eucaristia introduz a criança e o pré-adolescente na vida da Igreja, compreendendo também uma preparação para a celebração dos sacramentos, apresentando os mistérios principais da fé e comunicando aos jovens a alegria de serem testemunhas de Cristo no meio em que vivem. Pensamos que a catequese não pode ignorar o delicado período de vida que crianças e pré-adolescentes atravessam no mundo atual. Portanto, ela deve ser capaz de ajudá-los a uma revisão de sua própria vida, ao diálogo, apresentando Jesus Cristo como amigo, como guia e como modelo, suscetível de provocar admiração e, como conseqüência, a sua imitação.
A catequese apresenta o evangelho que paulatinamente vai sendo compreendido e acolhido como algo capaz de dar um sentido à vida e, por isso, de inspirar atitudes de outra forma inexplicáveis, por exemplo: renúncia, desapego, mansidão, justiça e fidelidade aos compromissos. Desde a primeira infância até o limiar da maturidade, a catequese torna-se, pois, uma escola permanente da fé e segue as grandes linhas da vida, como um farol que iluminará o caminho da criança, do adolescente e do jovem.
O catequista também deve ter uma formação permanente. Todos somos alunos e discípulos da vida e da fé desde a infância até a terceira idade. O catequista cresce na fé à medida que, inserido no grupo de catequistas, vai ajudando os outros a progredirem na fé. Os apóstolos cresceram na fé seguindo Jesus e evangelizando como Ele. Também o catequista, ao evangelizar, é evangelizado; enquanto dá, recebe; enquanto faz os outros caminharem na fé, dá largos passos no crescimento da própria fé.
Santo Agostinho afirma: “O Espírito Santo acende no coração dos fiéis um desejo mais vivo à medida que cada um vai progredindo na caridade, que o leva a amar ainda mais aquilo que já conhece e a desejar o que desconhece”. O nosso trabalho é anunciar Jesus Cristo. Ser catequista é acolher, com amor e dedicação, uma vocação - missão de fundamental importância, pois quem responde SIM a essa vocação se coloca à disposição para ajudar os que já seguem Jesus a serem discípulos mais conscientes, coerentes, maduros e generosos.
Ser catequista é colaborar com a graça de Deus e com a pessoa, para que ela assuma seu sim a Deus, e avance rumo à maturidade na fé, na esperança e no amor. Cabe à pessoa que sente o chamado a ser catequista procurar os meios de apresentar o Reino de Deus. Como nos revela Jesus: “O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente na terra: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas a semente germina e cresce, sem que ele saiba como. A terra, por si mesma produz fruto: primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, a espiga cheia de grãos. Quando o fruto está no ponto, imediatamente se lhe lança a foice, porque a colheita chegou” (Mc 4, 26-29).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Fósforo e a Vela

Chegou o dia em que o fósforo disse à vela:-
- Eu tenho a tarefa de acender-te.
Assustada a vela respondeu:-
- Não, isto não! Se eu estou acesa, então os meus dias estão contados. Ninguém vai mais admirar a minha beleza.
O fósforo perguntou:-- Tu preferes passar a vida inteira, inerte e sozinha, Sem ter experimentado a vida?-
- Mas queimar dói e consome as minhas forças, sussurrou a vela insegura e apavorada.
- É verdade, - respondeu o fósforo
- Mas é este o segredo da nossa vocação.
Nós somos chamados para ser luz! O que eu posso fazer é pouco.
Se não te acender, eu perco o sentido da minha vida.
Eu existo para acender o fogo.
Tu és uma vela: tu existes para iluminar os outros, para aquecer.
Tudo o que tu ofereceres através da dor, do sofrimento e Do seu empenho será transformado em luz. Tu não te acabarás consumindo-te pelos outros.
Outros passarão o teu fogo adiante. Só quando tu te recusares, então morrerás!
Em seguida, a vela afinou o seu pavio e disse cheia de expectativa:
- Eu te peço, acende-me.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Estivemos lá!!!

Com alegria, entusiasmo e disposição para acolher aos jovens, participamos da 14º Pereguinação Arquidiocesana da Juventude, na Serra da Piedade. A Peregrinação reuniu cerca de 12 mil pessoas. A Celebração Eucarística foi presidida por Dom Joaquim Giovani, bispo-auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, que lembrou a missão especial de cada jovem na solução dos problemas contemporâneos e na busca de um futuro melhor para a humanidade. Após a Celebração Eucarística os jovens participaram de apresentações culturais.








quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Chamados para servir

Quando falamos do “Serviço de Animação Vocacional”, ou propriamente na “Pastoral Vocacional”, pensamos imediatamente em “Promoção Vocacional” e isto nos faz erroneamente pensar que a Animação Vocacional se reduz ao serviço de promover as vocações específicas: “sacerdotais, religiosas e missionárias”. O trabalho vocacional é mais amplo e exigente, pois indica que se deve percorrer um longo itinerário vocacional que começa no batismo de todo cristão, e que a primeira vocação da qual somos chamados é a vocação à vida.Toda vocação nasce a partir do batismo, como já afirmavam as reflexões do 2º Ano Vocacional do Brasil (2003).
Se é verdade que toda vocação nasce do batismo, ela deveria ser cultivada no seio da família e da comunidade eclesial, que tem a missão de ajudá-la na confirmação dos sacramentos. Isto exige cultivo, terreno fértil, oração da família e da comunidade, de modo que todas as vocações encontrem seu lugar e missão. Refiro-me às vocações específicas ao ministério ordenado e à vida consagrada, bem como às vocações laicais do matrimônio e dos vários serviços e ministérios a serviço da vida e da missão.
Pelo batismo somos chamados como “discípulos e missionários de Jesus Cristo em favor da vida”, já nos recordou a Conferência de Aparecida.É bom lembrar que antes do Concílio Vaticano II a animação vocacional estava reduzida à “Obra das Vocações Sacerdotais”. Tudo girava em torno da figura do padre. Após o concílio, com a redescoberta do conceito “Povo de Deus”, o significado da vocação foi melhor compreendido. Passou se criar uma consciência vocacional, embora tenhamos um longo caminho para percorrer e somos interpelados por Deus. Na Exortação Apostólica “Pastores Dabo Vobis” (cf. PDV, 34), de João Paulo II, lemos: “o cuidado que a Igreja deve ter com as vocações não é uma simples parte de uma pastoral global, mas uma dimensão conatural e essencial de toda a evangelização”. João Paulo II, no início do Terceiro Milênio, volta a surpreender afirmando que a Igreja não deve apenas promover e animar as vocações para o presbiterato, mas deve motivar e incentivar cada uma, ou seja, todas as vocações (cf. NMI, 46). Neste sentido a animação vocacional é um dever de toda a comunidade cristã, a qual, pelo testemunho de uma vida plenamente cristã, se torna mediadora da vocação divina (cf. OT, 2). Dentro desta perspectiva, a paróquia, e todas as comunidades que a ela estão ligadas, deve se comprometer com o serviço de animação vocacional, mesmo que haja uma Equipe Vocacional Paroquial (EVP), ou Pastoral Vocacional, responsável. Na animação vocacional deverão estar presentes todas as pessoas da comunidade, considerando o fato que a Igreja é “ mysterium vocationis”, ou seja, Povo de Deus convocado e reunido pela Trindade (cf. PDV, 34).
A animação vocacional procura incentivar a ação de toda a Igreja, de toda a comunidade e de suas pastorais e movimentos afins, no sentido de mediar o chamamento divino dirigido a todas as pessoas. Na maioria das paróquias a animação vocacional está restrita apenas a alguns momentos fortes. Para se criar uma consciência vocacional temos que desenvolver uma atividade vocacional permanente. Por isso é grande a urgência “que se difunda e se radique a convicção de que todos os membros da Igreja, sem exceção, tem a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações” (cf. PDV, 41).
Quando o pároco se torna o primeiro animador vocacional a paróquia passa a redescobrir o valor de se despertar e cultivar uma “cultura vocacional”. Portanto, uma paróquia toda “vocacionalizada” será uma paróquia onde as pessoas terão o prazer de participar na alegria e colaborar com entusiasmo nos vários serviços e ministérios. Uma pastoral que sente-se vocacionalizada é uma pastoral que age por convicção e fé de que foi chamada para o serviço na Igreja e não simplesmente para ocupar mais um espaço. Uma pastoral, ou movimento eclesial, que tem a consciência vocacional do chamado divino gera testemunho de vida, amplia a ação pastoral, atrai e cultiva as vocações específicas para o sacerdócio presbiteral e para a vida consagrada, sem mencionar a qualidade da participação dos fiéis nas celebrações e eventos programados no âmbito paroquial.Lembremos que um dos méritos do Concílio Vaticano II foi pensar a Igreja a partir de uma nova eclesiologia, dando assim suporte a uma ação de maior comunhão e de maior participação de todas as pessoas batizadas. Somos frutos do Concílio Vaticano II, somos a “Igreja, Povo de Deus, a serviço da vida” (cf. tema do 2º Congresso Vocacional do Brasil).
Fazer animação vocacional na paróquia supõe, antes de mais nada, uma conscientização vocacional de que todas as pastorais e movimentos são chamados a despertar uma “Cultura Vocacional”, a qual podemos denominar de “vocacionalização” das pastorais e movimentos. As paróquias que estão investindo neste campo colherão seus frutos: adolescentes e jovens que optam pela orientação vocacional são acompanhados pela Pastoral Vocacional e, destes, alguns poderão ingressar nos seminários e casas religiosas, outros bem orientados vocacionalmente buscarão a vocação do matrimônio, permanecendo engajados na comunidade e fazendo da paróquia o lugar da comunhão e da partilha.
Pe. Geraldo Tadeu Furtado, RCJ

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Semana Nacional da Família


Oração pela Família

Ó Jesus, nós vos agradecemos pela família,
na qual encontramos, como esposos cristãos,
um caminho de amor e salvação.
Que em nossos lares floresçam as virtudes
que animaram a vida da Família de Nazaré:
piedade, obediencia, caridade e honestidade de vida.
Fazei que, contemplando o Divino Modelo possamos ser colaboradores generosos
no plano da salvação de Deus,
como o fostes vós, Jesus, José e Maria.

Amém.

Mês Vocacional



Neste ano, celebramos o mês vocacional com o
tema: Há esperança no caminho!
E com o lema: Ardia nosso coração quando ele nos falava pelo caminho (Cf. Lc 24,32).


Por que o mês de Agosto é considerado o Mês Vocacional?
O mês de agosto como vocacional foi indicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – em 1981, na sua 19ª Assembléia Geral. Em 1983, reforçando esta caminhada, foi celebrado em todo o Brasil um Ano Vocacional. O objetivo principal foi o de instituir um tempo, o mês de agosto, voltado prioritariamente para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios. A Igreja, cumprindo a ordem de Jesus, deve rezar ao Senhor da Messe para que envie operários para a sua messe. A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos e cristãs leigos comprometidos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.
O costume deste mês de agosto é que comemoremos as diversas vocações a cada semana:

1ª Semana – Vocação para os ministérios Ordenados;
2ª Semana – Vocação para a vida em família;
3ª Semana – Vocação para a Vida Consagrada;
4ª Semana – Vocação para os ministérios e serviços na comunidade e na sociedade
5º Domingo (quando há 5 domingos): é o dia dos ministérios leigos: destaca-se a disponibilidade para o serviço à comunidade, ao Povo de Deus; aí o dia do catequista passa para o 5º domingo (é sempre o último domingo do mês de agosto).
  • Celebremos com fé e alegria as vocações em nossas comunidades!!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Eucaristia: Impacto de Amor

Salmo do Seguimento

Senhor!
Fazendo teu caminho, abriste caminho. És caminho!
Anunciaste a verdade, vivendo em transparência...És verdade!
Comunicaste a vida, sendo vida de Deus, És vida!
Começastes a caminhar, em rítmo de êxodo, como teu povo.
De tua vida fizeste um dom radical.
De seu estilo de vida fizeste um sinal de contradição.
Chegastes ao profundo do coração da pessoa humana.
De tu Pessoa fizestes um chamado insistente para seguir-Te.
Filho do homem, com pés descalçados, estrada após estrada...
Tu chamas para seguir-Te.
E buscas a pessoa de entre os seus.
Chamas pela pessoa e a fazes tua para sempre.
Chamas e ofereces a ela tua causa: CONSTRUIR O REINO.
Aqui estou, Senhor,
Quero seguir-te mesmo com o coração alquebrado.
Quero ser uma testemunha no mundo de hoje.
Que TEU ESPÍRITO, SENHOR, SE DERRAME SOBRE MIM.
Que teu ESPÍRITO, Senhor, me marque, me consagre,
me faça teu para sempre,
para que eu anuncie o ano da GRAÇA, a todos os povos.
AMÉM!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Afinal, o que é vocação?

Vocação é o chamado de Deus que tem como finalidade a realização plena da pessoa humana.
- É um gesto gracioso de Deus que visa a plena humanização do Homem.
- É dom, é graça, é eleição cuidadosa, visando a construção do Reino de Deus.
- É um chamado para fazer algo, para cumprir uma missão.
- Toda pessoa é vocacionada, é eleita por Deus.
- Deus elege por causa de alguns (comunidade) e esta eleição se manifesta no nosso dia a dia.
A mensagem do Evangelho à um convite contínuo a seguir Jesus Cristo.
Vem e segue-me. (Mt 9,9 ; Mc 8,34; Le 18,22; Jo 8,12).


VEM-CHAMADO: é um convite pessoal dirigido por Deus a uma pessoa.
SEGUE-ME - MISSÃO: é o seguimento da prática de Jesus.
É uma iniciativa gratuita, proposta que parte de Deus (dimensão teológica). Impulso interior de cada pessoa onde conscientemente responde ao plano de amor de Deus (dimensão antropológica).

Distinção

Para compreendermos em profundidade o significado da vocação, precisamos fazer a distinção entre: VOCAÇÃO FUNDAMENTAL e VOCAÇÃO ESPECÍFICA
A) VOCAÇÃO FUNDAMENTAL: Entendemos por vocação fundamental o chamado de cada pessoa: à vida, a ser Filho de Deus, a ser Cristão, a ser Igreja. A tomar consciência de que todos somos irmãos e fazemos par te do Reino de Deus.
Pela revelação sabemos que todos as pessoas foram chamados por Deus a santidade (Gn 1,26; 2,7; lPe 1,15-16). É um chamado a desenvolvermos plenamente todas as nossas potencialidades. Todas as vocações específicas derivam desta vocação fundamental.
Pelo Batismo todos fomos chamados a viver a Santidade.
B) VOCAÇÃO ESPECÍFICA: Entendemos por vocação específica a maneira própria de como cada pessoa realiza a sua vocação fundamental, como leigo, sacerdote ou religioso.
As vocações específicas são três: LAICAL - RELIGIOSA E SACERDOTAL

COMO DEUS CHAMA?
- PESSOALMENTE E PELO NOME
- PELOS VALORES QUE NOS ATRAEM
- PELA COMUNIDADE
- PELAS NECESSIDADES DO MUNDO E DA IGREJA
- ATRAVÉS DE MEDIADORES DIRETOS



O JOVEM E AS ESTRELAS DO MAR


Numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores, morava um escritor.
Todas as manhãs ele ficava passeando pela praia, olhando as ondas. Assim ele se inspirava e, de tarde, ficava em casa escrevendo.
Um dia, caminhando pela areia, ele viu um vulto que parecia dançar. Chegou mais perto e viu que era um jovem, pegando na areia as estrelas-do-mar, uma por uma, e jogando-as de volta no oceano.
- E aí? Disse-lhe o jovem num sorriso, sem parar o que fazia.
- Por que você está fazendo isso? - perguntou curioso o escritor.
- Não vê que a maré baixou e o sol está ficando forte? Se essas estrelas ficarem aqui na areia, vão secar no sol e morrer!
O escritor até achou bonita a intenção do garoto, mas deu um sorriso cético e comentou:
- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?
O jovem olhou para o escritor, pegou mais uma estrela na areia, voltou a olhar para ele e disse:
- Para essa, eu fiz diferença.
Naquela tarde, o escritor não conseguiu escrever. De noite, mal dormiu. De manhãzinha, bem cedo, foi para a praia.
O jovem pegava as primeiras ondas do dia, com sua prancha de surf. Logo veio também para a areia.
Juntos, com o sol ainda manso e começando a subir, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao oceano.

Vocação é isso. É fazer a diferença no mundo. Há vários caminhos. Todos eles, porém, levam ao encontro com o Infinitamente Outro, que é Jesus; é ele que chama você porque quer tê-lo sempre por perto.
Toda vocação é um chamado ao amor.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES


Senhor da Messe e pastor do rebanho
faz ressoar em nossos ouvidos
teu forte e suave convite: “Vem e segue-me”.
Derrama sobre nós o teu Espírito,
que ele nos dê sabedoria para ver o caminho
e generosidade para seguir tua voz.
Senhor, que a messe não se perca
por falta de operários,
desperta nossas comunidades para a missão,
ensina nossa vida a ser serviço,
fortalece os que querem dedicar-se ao Reino
na vida consagrada e religiosa.
Senhor, que o rebanho não pereça
por falta de pastores.
Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
padres, diáconos, religiosos e ministros.
Dá perseverança a nossos seminaristas.
Desperta o coração de nossos jovens
para o ministério pastoral em tua Igreja.
Senhor da Messe e pastor do rebanho
chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores
dos servidores do Evangelho,
ajuda-nos a responder o SIM.
AMÉM

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Missa Vocacional



“Despertar,discernir,
cultivar e acompanhar
é o objetivo principal
da Pastoral Vocacional”.
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Na intenção de rezarmos pelas vocações e continuarmos a nossa missão de animadores vocacionais com entusiasmo e compromisso, participamos, ontem, dia 24 de maio, na Paróquia São Luiz Gonzaga, localizada na rua Jacutinga, 709 - Belo Horinzonte/MG da Celebração Eucarística. Durante a Celebração apresentamos, para os paroquianos, a missão do SAV, os objetivos, as metas e nos colocamos a disposição para colaborar com a Paróquia na Animação vocacional
Agradecemos a acolhida dos paroquianos e do Pe. José Resende.

sábado, 23 de maio de 2009

O Povo te chama de Nossa Senhora...

Maria, mãe da vocações Intercede por todos nós

Maria, Mãe das Vocações


Maria é modelo de animação vocacional. Com ela aprendemos a realizar um serviço em prol das vocações e ministérios na escuta da Palavra e abertos à ação do Espírito Santo. Sua gestação não se reduz a dimensão física, mas é uma gravidez espiritual que assinala os novos filhos que geramos no seio da comunidade eclesial quando promovemos as vocações e ministérios suscitadas pelo Espírito.

A animação vocacional tem uma forte dimensão mariana que não se resume em apresentar a jovem Virgem de Nazaré como modelo de vocação, mas sobretudo porque ela nos inspira na realização desta missão.

Maria é o melhor referencial para o serviço vocacional que desenvolvemos nas comunidades. O serviço de animação vocacional é uma extensão da maternidade espiritual da Igreja. Quando atraímos, acolhemos, despertamos e acompanhamos os vocacionados, reafirmamos, que o batismo é fonte das vocações e enriquecemos a comunidade eclesial. A jovem vocacionada de Nazaré, é símbolo da humanidade chamada a comunhão com Deus, mediante a abertura ao Espírito que produz vida e ilumina o caminho dos vocacionados.

Maria, é imagem do serviço de animação vocacional que nos convoca a busca da santidade a qual se concretiza na plena adesão a proposta de Jesus Cristo. Ela nos precede na confiança ao Senhor e na entrega total da vida. Recordamos, que a primeira missão da animação vocacional não é a promoção das vocações específicas, mas dar testemunho de santidade a qual todos somos chamados. A animação vocacional ajuda os vocacionados e os animadores vocacionais a reconhecerem a ação silenciosa do Pai, que mediante o Espírito Santo nos chama a uma vida de comunhão com Ele.

Com Maria, também aprendemos que o chamado vocacional implica uma missão. Ela, mesmo grávida, fez sua primeira viagem missionária levando o Cristo até a casa de Zacarias e Isabel e nos ensinou que vocação é serviço e missão solidária.

Maria, assinala para uma animação vocacional atenta as necessidades das pessoas, servidora e missionária. Um serviço evangelizador e vocacional aberto a outras realidades sem descuidar de promover todas as vocações e ministérios.O perfil de vocacionada, que descobrimos nos evangelhos é de uma mulher socialmente pobre, que deu à luz a seu filho numa manjedoura. Esta é a mesma situação social de muitos vocacionados latino-americanos. Porém, percebemos que Maria era uma vocacionada com muita fé e sensibilidade social.

No Magnifica, vemos aflorar sua consciência crítica. Ela não canta apenas as maravilhas do Senhor, mas a reviravolta que Deus fez na história de Israel. Neste sentido, Maria aponta para uma animação vocacional com acentuada sensibilidade social e comprometida com os empobrecidos. Um serviço vocacional crítico, atento as necessidades da comunidade e da Igreja. Com Maria aprendemos a cantar a fé, a reconhecer as reviravoltas da história e a vibrar com as maravilhas de Deus a favor de seu povo. Na prática, isso significa que os animadores vocacionais não são pessoas que se preocupam apenas com a promoção das vocações e ministérios. Somos chamados a denunciar as injustiças e a promover a vida que também é vocação.Na primeira cena mariana do quarto evangelho, vemos a Mãe de Jesus participando da festa das bodas de Caná com o seu Filho e os discípulos. Esta passagem, aponta para uma animação vocacional “festeira”, que participa da vida da comunidade onde está inserida e atenta as necessidades dos vocacionados. Um serviço vocacional de olhos abertos à realidade dos vocacionados que tem sede do vinho novo oferecido por Jesus. Este “vinho bom” simboliza a espiritualidade entusiasta e corajosa dos animadores vocacionais que atraem, com seu testemunho de vida evangélica, novos vocacionados para a festa da vida.

A reflexão dos textos marianos do Novo Testamento, nos ajuda a compor o “retrato vocacional” de Maria com seu rosto de “mulher” que gerou o Filho de Deus. Está “mulher” nos convida a realizar um serviço simples, profundo e eficaz na geração de novos vocacionados, discípulos e missionários do Senhor. Dela, recebemos Jesus que nos conduz ao Pai. Maria é Mãe do Senhor e nossa Mãe pela qual nos chega a graça da vocação e a obra misericordiosa da salvação. Ela é toda de Deus, mas é também de cada vocacionado. Maria trás Deus aos vocacionados e nos eleva até o autor da vocação.
Texto extraído do blog:cometabrilhante.spaceblog.com.br

Somos parte de algo maior que nós



“Anda, quero lhe dizer um segredo...
... vem que tá na hora de arrumar
Vamos precisar de você... Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois”.
Para melhor juntar as nossas forças, o Serviço de Animação Vocacional – SAV convida você a participar do ENCONTRO EM PREPARAÇÃO AO 3º CONGRESSOVOCACIONAL DO BRASIL. COM O TEMA: DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS A SERVIÇO DAS VOCAÇÕES. E O LEMA: “IDE, POIS, FAZER DISCÍPULOS ENTRE TODAS AS NAÇÕES”

Datas: 05 de junho (sábado) das 14h às 17h
06 (domingo) das 8h30 às 12h
Assessora: Irmã Gervis Monteiro, fsp
Público Alvo: animadores vocacionais, coordenadores
de pastorais e movimentos e pessoas interessadas no tema
Local: Hospital Madre Tereza
Irmãs: Pequenas Missionárias de Maria Imaculada
Av. Raja Gabália, 1002
Contatos: Ir. Ilanyr – 3334-8673
Frei Alexandre – 3375-2133


Pede-se a gentileza de confirmar a presença com Ir. Ilanyr ou Frei Alexandre, até o dia 30 de maio de 2010 ou pelo e-mail: savrense@gmail.com