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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

XI SEMANA DE ESPIRITUALIDADE CARMELITANA

TEMA: “Para Vós nasci”: Saborear Deus em nossa vida com Teresa de Jesus.

Explicação:

O lema principal “Saborear Deus em nossa vida com Teresa de Jesus”, aponta para o pano de fundo de toda a Semana de Espiritualidade Carmelitana: a experiência mística de Teresa é experiência que atinge o mais humano do nosso ser para divinizá-lo, uma experiência ao mesmo tempo palpável e fugidia, em que o Divino se dá ao humano e aguça-lhe os sentidos para que este o procure mais, uma experiência encarnada nas diversas interfaces da vida humana. Daí o simbolismo dos cinco sentidos, conforme desdobrados nos temas de cada dia, manifestar o aspecto da corporeidade, apontando para o realismo de uma experiência de Deus que se deixa encontrar no concreto da vida humana.

Assim, nosso principal objetivo dessa Semana é propiciar aos participantes um contato com nossa Santa Madre Teresa de Jesus e sua experiência de Deus, levando as pessoas a desejarem fazer também uma experiência pessoal de Deus na concretude de suas vidas.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

JORNADA DA ESPERANÇA - Forania São Francisco das Chagas


Aconteceu no dia 22 de agosto a 1ª Jornada da Esperança, realizado a nível de forania (Forania São Francisco das Chagas) organizada pelo SAVRENSE. A paróquia que nos acolheu foi a Paróquia São Luiz Gonzaga e houve a participação de representes pastorais das paróquias pertencentes à essa forania. Grupos de Jovens, Apostolado da Oração, Pastoral do Batismo, entre outras equipes pastorais foram representadas por seus membros nessa tarde de oração e reflexão sobre vocação e a participação do jovem na Igreja.
Confiram as fotos desta tarde de reflexão sobre a vocação!!!















sexta-feira, 4 de junho de 2010

Encontro do SAV


No dia 31 de maio, a equipe do SAV da Arquidiocese de Belo Horizonte, esteve reunida para uma Tarde de
Espiritualidade e Confraternização na Paróquia Nossa Senhora da Piedade - Justinopólis. A equipe refletiu e rezou o tema Discípulos Missionários a Serviço das Vocações, em preparação ao Congresso Vocacional do Leste II, que acontecerá de 30 de julho a 1º de agosto de 2010, em Vila Velha - ES

quinta-feira, 13 de maio de 2010


Por uma Igreja viva sempre em missão!

Estiveram presentes em nossa última reunião alguns amigos que aceitaram o convite feito, nas paróquias, pelos membros do savrense, estes enriqueceram e somaram forças para a construção de uma cultura vocacional em nossa Igreja e, particularmente, em nossa Região Episcopal.

Agradecemos a presença de: Pe. Luis Antônio e João Lucas ( pré-noviço), religiosos dos Sagrados Corações; Ir.Ana e Ir. Silvana ( Sagrado Coração de Maria de Belar; Ir. Marlene (Franciscana da penitência e da Caridade Cristã); Neila (paróquia S.Dimas).

quarta-feira, 17 de março de 2010

"O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos meios ao serviço da Palavra"
Foi apresentada, dia 23 de janeiro, em coletiva de imprensa, a mensagem do papa para o 44º Dia Mundial das Comunicações, que acontecerá dia 16 de maio. Para este ano, o tema será - "O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos meios ao serviço da Palavra". Segue a mensagem.


Queridos Irmãos e Irmãs,
O tema do próximo Dia Mundial das Comunicações Sociais - "O sacerdote e a pastoral no mundo digital: os novos media ao serviço da Palavra" - insere-se perfeitamente no trajeto do Ano Sacerdotal e traz à ribalta a reflexão sobre um âmbito vasto e delicado da pastoral como é o da comunicação e do mundo digital, que oferece ao sacerdote novas possibilidades para exercer o seu serviço à Palavra e da Palavra. Os modernos meios de comunicação fazem parte, desde há muito tempo, dos instrumentos ordinários através dos quais as comunidades eclesiais se exprimem, entrando em contacto com o seu próprio território e estabelecendo, muito frequentemente, formas de diálogo mais abrangentes, mas a sua recente e incisiva difusão e a sua notável influência tornam cada vez mais importante e útil o seu uso no ministério sacerdotal.
A tarefa primária do sacerdote é anunciar Cristo, Palavra de Deus encarnada, e comunicar a multiforme graça divina portadora de salvação mediante os sacramentos. Convocada pela Palavra, a Igreja coloca-se como sinal e instrumento da comunhão que Deus realiza com o homem e que todo o sacerdote é chamado a edificar n’Ele e com Ele. Aqui reside a altíssima dignidade e beleza da missão sacerdotal, na qual se concretiza de modo privilegiado aquilo que afirma o apóstolo Paulo: "Na verdade, a Escritura diz: "Todo aquele que acreditar no Senhor não será confundido". [...] Portanto, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Mas como hão de invocar Aquele em quem não acreditam? E como hão de acreditar n’Aquele de quem não ouviram falar? E como hão de ouvir falar, se não houver quem lhes pregue? E como hão de pregar, se não forem enviados?" (Rm 10,11.13-15).
Hoje, para dar respostas adequadas a estas questões no âmbito das grandes mudanças culturais, particularmente sentidas no mundo juvenil, tornaram-se um instrumento útil as vias de comunicação abertas pelas conquistas tecnológicas. De fato, pondo à nossa disposição meios que permitem uma capacidade de expressão praticamente ilimitada, o mundo digital abre perspectivas e concretizações notáveis ao incitamento paulino: "Ai de mim se não anunciar o Evangelho!" (1 Cor 9,16). Por conseguinte, com a sua difusão, não só aumenta a responsabilidade do anúncio, mas esta torna-se também mais premente reclamando um compromisso mais motivado e eficaz. A este respeito, o sacerdote acaba por encontrar-se como que no limiar de uma "história nova", porque quanto mais intensas forem as relações criadas pelas modernas tecnologias e mais ampliadas forem as fronteiras pelo mundo digital, tanto mais será chamado o sacerdote a ocupar-se disso pastoralmente, multiplicando o seu empenho em colocar os media ao serviço da Palavra.
Contudo, a divulgação dos "multimídia" e o diversificado "espectro de funções" da própria comunicação podem comportar o risco de uma utilização determinada principalmente pela mera exigência de marcar presença e de considerar erroneamente a internet apenas como um espaço a ser ocupado. Ora, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica, para desempenharem o próprio papel de animadores de comunidades, que hoje se exprimem cada vez mais frequentemente através das muitas "vozes" que surgem do mundo digital, e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogs, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.
Através dos meios modernos de comunicação, o sacerdote poderá dar a conhecer a vida da Igreja e ajudar os homens de hoje a descobrirem o rosto de Cristo, conjugando o uso oportuno e competente de tais meios - adquirido já no período de formação - com uma sólida preparação teológica e uma espiritualidade sacerdotal forte, alimentada pelo diálogo contínuo com o Senhor. No impacto com o mundo digital, mais do que a mão do operador dos media, o presbítero deve fazer transparecer o seu coração de consagrado, para dar uma alma não só ao seu serviço pastoral, mas também ao fluxo comunicativo ininterrupto da "rede".
Também no mundo digital deve ficar patente que a amorosa atenção de Deus em Cristo por nós não é algo do passado nem uma teoria erudita, mas uma realidade absolutamente concreta e atual. De fato, a pastoral no mundo digital há de conseguir mostrar, aos homens do nosso tempo e à humanidade desorientada de hoje, que "Deus está próximo, que, em Cristo, somos todos parte uns dos outros" [Bento XVI, Discurso à Cúria Romana na apresentação dos votos de Natal: "L’Osservatore Romano" (21-22 de Dezembro de 2009) pág. 6].
Quem melhor do que um homem de Deus poderá desenvolver e pôr em prática, mediante as próprias competências no âmbito dos novos meios digitais, uma pastoral que torne Deus vivo e atual na realidade de hoje e apresente a sabedoria religiosa do passado como riqueza donde haurir para se viver dignamente o tempo presente e construir adequadamente o futuro? A tarefa de quem opera, como consagrado, nos media é aplanar a estrada para novos encontros, assegurando sempre a qualidade do contacto humano e a atenção às pessoas e às suas verdadeiras necessidades espirituais; oferecendo, às pessoas que vivem nesta nossa era "digital", os sinais necessários para reconhecerem o Senhor; dando-lhes a oportunidade de se educarem para a expectativa e a esperança, abeirando-se da Palavra de Deus que salva e favorece o desenvolvimento humano integral. A Palavra poderá assim fazer-se ao largo no meio das numerosas encruzilhadas criadas pelo denso emaranhado das auto-estradas que sulcam o ciberespaço e afirmar o direito de cidadania de Deus em todas as épocas, a fim de que, através das novas formas de comunicação, Ele possa passar pelas ruas das cidades e deter-se no limiar das casas e dos corações, fazendo ouvir de novo a sua voz: "Eu estou à porta e chamo. Se alguém ouvir a minha voz e Me abrir a porta, entrarei em sua casa, cearei com ele e ele comigo" (Ap 3, 20).
Na Mensagem do ano passado para idêntica ocasião, encorajei os responsáveis pelos processos de comunicação a promoverem uma cultura que respeite a dignidade e o valor da pessoa humana. Este é um dos caminhos onde a Igreja é chamada a exercer uma "diaconia da cultura" no atual "continente digital". Com o Evangelho nas mãos e no coração, é preciso reafirmar que é tempo também de continuar a preparar caminhos que conduzam à Palavra de Deus, não descurando uma atenção particular por quem se encontra em condição de busca, mas antes procurando mantê-la desperta como primeiro passo para a evangelização. Efetivamente, uma pastoral no mundo digital é chamada a ter em conta também aqueles que não acreditam, caíram no desânimo e cultivam no coração desejos de absoluto e de verdades não caducas, dado que os novos meios permitem entrar em contato com crentes de todas as religiões, com não-crentes e pessoas de todas as culturas. Do mesmo modo que o profeta Isaías chegou a imaginar uma casa de oração para todos os povos (cf. Is 56,7), não se poderá porventura prever que a internet possa dar espaço - como o "pátio dos gentios" do Templo de Jerusalém - também àqueles para quem Deus é ainda um desconhecido?
O desenvolvimento das novas tecnologias e, na sua dimensão global, todo o mundo digital representam um grande recurso, tanto para a humanidade no seu todo como para o homem na singularidade do seu ser, e um estímulo para o confronto e o diálogo. Mas aquelas apresentam-se igualmente como uma grande oportunidade para os crentes. De fato nenhum caminho pode, nem deve, ser vedado a quem, em nome de Cristo ressuscitado, se empenha em tornar-se cada vez mais solidário com o homem. Por conseguinte e antes de mais nada, os novos media oferecem aos presbíteros perspectivas sempre novas e, pastoralmente, ilimitadas, que os solicitam a valorizar a dimensão universal da Igreja para uma comunhão ampla e concreta; a ser no mundo de hoje testemunhas da vida sempre nova, gerada pela escuta do Evangelho de Jesus, o Filho eterno que veio ao nosso meio para nos salvar. Mas, é preciso não esquecer que a fecundidade do ministério sacerdotal deriva primariamente de Cristo encontrado e escutado na oração, anunciado com a pregação e o testemunho da vida, conhecido, amado e celebrado nos sacramentos sobretudo da Santíssima Eucaristia e da Reconciliação.
A vós, queridos Sacerdotes, renovo o convite a que aproveiteis com sabedoria as singulares oportunidades oferecidas pela comunicação moderna. Que o Senhor vos torne apaixonados anunciadores da Boa Nova na "ágora" moderna criada pelos meios atuais de comunicação.
Com estes votos, invoco sobre vós a proteção da Mãe de Deus e do Santo Cura d’Ars e, com afeto, concedo a cada um a Bênção Apostólica.
Bento XVI
Vaticano, 24 de Janeiro - dia de São Francisco de Sales - de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

“Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” (Mc 10,17)

A Primeira Jornada Arquidiocesana da Juventude (JAJ) acontecerá 28 de março de 2010, data que a Igreja celebra o Domingo de Ramos.


JAJ iniciou suas atividades na 13º Torcida de Deus, ocorrida em 11 de junho. Na ocasião o arcebispo metropolitano de Belo Horizonte, Dom Walmor de Oliveira, anunciou aos mais de 70 mil fieis presentes no Mineirão, e outros milhares que acompanhavam pela rádio e televisão, opedido da arquidiocese de Belo Horizonte para sediar a Jornada Mundial da juventude de 2014.

O tema da JAJ-BH será: “Bom Mestre, que devo fazer para ganhar a vida eterna?” (Mc 10,17). Esse será o momento propício para os jovens belo horizontinos testemunharem em publico o desejo de realizar uma jornada na capital mineira.
Como é de nosso conhecimento, Belo Horizonte e Rio de Janeiro são as duas candidatas para sediar a jornada de 2014.

A concentração dos jovens começará às 15 horas na Catedral da Boa Viagem. Na programação está previsto, no primeiro momento, animação com músicas, seguida da celebração da Santa Missa. Logo após, os jovens caminharam pela Avenida Afonso Pena até a Praça do Papa, onde serão recebidos pelo Arcebispo Dom Walmor que deixará uma mensagem especial a juventude.

A próxima jornada mundial da Juventude acontecerá em 2011 Madrid, Espanha e a expectativa é de que o Brasil envie milhares de jovens.

sábado, 6 de março de 2010

Comentário vocacional da Liturgia de Domingo

Cristo aparece como novo Moisés; o batismo lembra a passagem do Mar Vermelho;o Espírito Santo recorda a proteção da nuvem; a Eucaristia é a água e o maná do deserto; o deserto é a imagem da caminhada nesse mundo. Como Moisés, somos convidados a mudar o modo de entender a vida e interpretar os acontecimentos, para que possamos produzir frutos de salvação. (Dom Wilson Tadeu Jonck, scj, bispo auxiliar de São Sebastião do Rio de Janeiro)

sexta-feira, 5 de março de 2010

"A maior graça que o Senhor nos concede são os bons e numerosos operários à sua messe" (Aníbal Di Francia)

domingo, 6 de dezembro de 2009

Comentário vocacional da liturgia de domingo (por Maria Águeda de Carlo)


Lucas escreve que Deus dirige sua Palavra a quem ele escolhe. E o faz no silencio (deserto) do coração, lugar de meditação, oração e resposta (decisão). Foi assim com João, filho de Zacarias, que assumiu a profecia de Isaías com missão, e anunciava: “preparai o caminho do Senhor”. João percorria o Jordão, pregando a mudança de vida (remissão dos pecados), na espera do Messias. Em nossa comunidade, a Palavra de Deus também nos é dirigida, a fim de aplainarmos as “veredas” e prepararmos o caminho para que Jesus Cristo seja presença viva na sociedade.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

“Existe na vida crista, um aspecto que constitui o núcleo, capaz, por si só, de colorir por inteiro todo o complexo da pessoa que crê: a vocação. Entendemos por vocação à resposta a vontade de Deus para cada batizado; essa resposta se dá com toda a pessoa (inteligência, coração e vontade) e com toda a vida (presente e futuro). A vocação cristã tem caráter global, integralizante, porque centra a pessoa que crê no cumprimento da vontade de Deus de maneira única e definitiva.”
(Jesús Sastre)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Um testemunho vocacional...


Meu nome é José Osvaldo , sou seminarista da diocese de Nossa Senhora de Oliveira, estou cursando filosofia na PUC - Minas.
A paróquia da qual minha família sempre morou é uma paróquia que sempre motivou as vocações, tenho a graça de ser acompanhado, mais de perto, por essas pessoas que ali residem.
Minha famílias sempre foi de grande participação na vida da Igreja e eu desde pequeno os acompanhava.
Fiz meu ciclo na catequese e, depois que terminei como catequizando, me engajei nos grupos jovens da PJ e cursilho. Com o tempo tive o anseio de ser catequista e o fui por dois anos, nesse período participei da catequese, cursilho e grupos de jovens. Foram estes meus principais incentivadores que despertou em mim a vontade de lançar - me em águas mais profundas. Foi o começo de um chamado mais forte à vocação, procurei meu pároco e ele me encaminhou para a pastoral vocacional, onde fizemos um acompanhamento mais profundo que me ajudou a discernir melhor a vocação e, com a ajuda deles estou procurando responder com generosidade ao chamado de Deus.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

LEITURA ORANTE DA PALAVRA

A Igreja se alimenta da Palavra de Deus que se encontra na Sagrada Escritura e que encontramos também na vida, na realidade. Deus fala nas coisas que acontecem e quem não procura entender as coisas da vida, os acontecimentos, a realidade atual, não pode entender a Bíblia, nem ouvir a Palavra que Deus quer dizer para nós. A Palavra de Deus, amplamente, abundantemente revelada, é o principal conteúdo da fé.
A revelação do Plano de Deus que descobrimos na Bíblia tem a ver com nossa missão batismal. A educação permanente da fé está ancorada na palavra de Deus que descobrimos na Bíblia. A leitura da Bíblia nos faz compreender que a história da salvação que Deus faz conosco, se revela na história da humanidade; a história do povo da bíblia nos ajuda a descobrir caminhos para nos organizarmos e nos tornarmos hoje povo de Deus.
Ao iniciar a Leitura Orante da Bíblia você vai ler a Palavra de Deus para escutar o que Deus lhe tem a dizer, para conhecer a Sua Vontade e viver melhor o Evangelho de Jesus Cristo.

1º Passo - LEITURA

Antes de tudo, você deve se perguntar:
"O que texto diz em si?"
Ler e reler o texto fazendo emergir os elementos, estar atento aos verbos, pois eles indicam ação; estar atento às idéias principais do texto, prestar atenção em cada palavra, nas imagens, nos personagens.
2º Passo - MEDITAÇÃO
Como Maria, rumine o que escutou (Lc 2,19.51), e assim descobrirá que "a Palavra de Deus está muito perto de ti: está na tua boca e no teu coração, para que a ponhas em prática" ( Dt 30,14). Você também deve ter sempre a preocupação de se perguntar: "O que o texto diz para mim, para nós?"

3º Passo - ORAÇÃO É a hora da prece, o momento de vigiar em orações, poderá ser um louvor, agradecimento, pedido de perdão, intercessão.... Até agora, Deus falou para você; chegou a hora de você responder a Ele. "O que o texto me faz dizer a Deus?"
4º Passo - CONTEMPLAÇÃO
Voltamos os afazeres da vida com um novo olhar sobre Deus e sobre os acontecimentos, com a determinação de dar o primeiro passo na construção da unidade e da paz. A pergunta é: O que vejo melhor e vou fazer a partir de agora?






quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O Chamado

A oração é o acontecimento que atinge decisivamente e para sempre a existência de uma pessoa. Perceber, assumir e viver fielmente essa vocação “chamado” é algo que vai acontecendo num processo de amadurecimento gradual.
Na vocação, há uma grande dose de mistério. Nem sempre é razoável, coerente e explicável. A história das vocações está povoada de fatos surpreendentes, espontâneos, às vezes sérios e outras vezes engraçados. Quase sempre a história de uma vocação foge de uma leitura puramente racional.
Quando falamos em vocação, é a pessoa que está em questão. É ela indentidade incomunicável e intransferível. Cada vocação tem o peso da realidade pessoal, do processo histórico. É a aventura de cada pessoa na descoberta do Deus vivo - experiência profunda do ser eleito, querido, chamado e enviado por Deus. Essa experiência verdadeira marca para sempre a vida da pessoa, atingindo os ossos e a medula, impossibilitando a de ficar acomodada.

RELAÇÃO DIALÓGICA

O que impulsiona a humanidade para frente é a comunicação. Temos necessidade da comunicação. Como é gostoso falar daquilo que somos, daquilo que gostamos, como é gracioso falar daquilo que amamos . Já diz o provérbio Latino “o bem se defunde por si mesmo”. Declaramos na comunicação aquilo que somos. Deus é assim. Ele se revela, se comunica, na sua palavra, nas suas ações, na natureza, nas pessoas, na sua obra criadora. Quando falamos de Deus, comunicamos a profundidade de sua vida em nós. Revelamos até que ponto Deus atingiu nossos ossos, nossa medula, nosso ser.
A palavra de Deus é Jesus Cristo, sua encarnação - manifestação histórica e concreta. Jesus é comunicação - notícia de Deus. Sua vida, presença, pregação , sua morte e ressurreição é a mensagem, revelação, testemunho, explicação de Deus ao mundo. Em Jesus tornar-se visível quem realmente é Deus. Jesus é a chave para compreendermos a vocação, ou seja, o “chamado”. Não é possível sentir-se chamado por Deus, descobrir a própria vocação, vivê-la fiel e quotidianamente sem uma relação profunda com a Palavra de Deus. Em Jesus, Palavra plena de Deus ao mundo, ouvimos o chamado. Toda opção vocacional verifica-se dentro de uma história de diálogo e de comunhão, de acolhimento e de relação com Jesus Cristo. Se a opção vocacional, como acolhimento, resposta e missão, não for feita em relação à Palavra de Deus, torna-se simples busca pessoal, que se ajusta e submete a circunstâncias concretas, interessadas e imediatas.
O espaço vital da pessoa chamada é a Palavra de Deus. Não só se alimenta da leitura da mesma mas vive desta escuta. Faz dela oração pessoal e comunitária: A palavra de Cristo habite em vós com toda sua riqueza (Col3,10). A Palavra de Deus está na Bíblia , na Igreja e em cada pessoa . Em cada um de nós desperta ecos particulares , sendo por si mesma, ponto de partida para o discernimento mais pessoal e mais íntimo do chamado de Deus a nossa vida. A Palavra de Deus nos alcança , removemos e comove-nos, toca-nos e levanta-nos. É semente posta no coração, espalha-da no campo amplo e pessoal de cada um. Ai é o lugar muito próprio, no qual se manifesta.
O fato vocacional cresce e se desenvolve geralmente em clima ou espaço em que a Palavra de Deus possa expressar-se e encontrar eco. Não é suficiente um simples atrativo natural e pessoal, inclinação natural, certo gosto. Onde está a Palavra de Deus, ali se nutrem, suscitam e florescem vocações. A leitura da Palavra de Deus, oração, a celebração da fé permitem à Palavra de Deus dirigir-se a cada um, encontrar o ambiente, a situação e o lugar de reconhecimento da mesma.
Isso é decisivo não só para o nascer de uma vocação, mas para o processo de amadurecimento e perseverança. O chamado-vocação pode paralizar-se ou até esterilizar-se se for perdido o ambiente onde já não se ressoa o dinamismo da Palavra de Deus. Esse dinamismo pode ser sufocada.
A palavra de Deus vivo desperta conhecimento, opção de entrega incondicional, compromisso. Entrando nessa dinâmica toma-se consciência do discernimento, eleição, decisão e fidelidade humilde. A Palavra de Deus é tesouro escondido no campo (Mt 13,44-46). A abandonar tudo para acolher o Todo. A alegria do achado impulsiona a pessoa à decisão radical de conversão ou mudança de vida.
Deus dirige-se à pessoa e a convida. Não despoticamente. A pessoa é livre. Pode recusar o chamado. “Chamei-vos e não respondeste, falei e não ouvistes” (Os65,12).
Falei-vos assiduamente, ainda que não ouvísseis, e vos chamei, mas não respondestes (Jr 7,13). Na medida que a pessoa resiste a crer, encontra-se sempre com seu medo, com sua incapacidade, procurando desculpas para fugir ao chamado, imperioso comprometedor de Deus.
Ao responder ao chamado de Deus, a pessoa toma consciência de que vai entrar em conflito com as exigências do mundo. Quando Deus chama alguém é para dispor dele inteiramente, de sorte que já não é dono de si, mas o outro domina sua vida. No meio do deserto, Moisés se dá conta de que alguém pronunciou seu nome duas vezes “Moisés, Moisés”. Esta experiência é violenta, como a que podemos ter quando alguém nos chama pelo nome num ambiente totalmente estranho.
Quando Deus se aproxima de uma pessoa e lhe fala, esta fica situada diante de uma opção. Este chamamento de Deus é o meio pelo qual ele converte as pessoas inominadas em instrumentos de sua vontade. Este acontecimento reveste a pessoa chamada de “mandato de sabedoria e de responsabilidade”. Deus confia uma missão concreta, cujo caráter revela imediatamente ou mais tarde. Este acontecimento é tão determinante que deixa a pessoa chamada totalmente só com Deus.

A NOSSA PEQUENEZ

A eleição nunca está vinculada ao valor ou “status” dos chamados, mas ao agir livre e gratuito de Deus que contradiz, os pressupostos humanos. Quem aceita que Deus o eleja imerecida e surpreendentemente, reconhece sua incondicionalidade e unicidade, como expressão da assunção total das exigências que isso comporta.
A eleição não se funda em pressupostos humanos nem proporciona nenhum tipo de privilégios. Seu sentido profundo e finalidade é que conduz a uma resposta ao amor de Deus, à obediência a ele e ao cumprimento de uma nova missão. Esta decisão não é objetivo alcançado, mas o início de um caminho. Deus como oleiro, trabalha a pessoa como argila (Gn2,7). Reconhecer que Deus entra na história pessoal e a vai dirigindo, leva a idéia da vinculação pessoal com ele. “Sei muito bem que Deus está por mim”(Sl/ 56,10). Deus é para o eleito, apoio, único bem, força, libertação, âncora no meio da tormenta, luz no meio das trevas.
Nem todos aqueles aos quais Deus se dirige alcançam o objetivo do seu chamado. A fé e o seguimento são frutos de disposição ou de decisão humana de confiante abertura, de acolhido simples e de fidelidade incondicionada. A eleição é graça. Deus elege a todos.
A resposta como acolhida é sempre confiança. “Vede, irmãos, quem foi chamado entre vós: não muitos sábios em sabedoria humana, não muitos poderosos, não muitos nobres; antes, Deus elegeu a loucura segundo o mundo, para envergonhar os sábios; e Deus elegeu a fraqueza, segundo o mundo, para envergonhar os fortes: Deus elegeu os plebeus, segundo o mundo, anular desprezando o que não é, para o que é (1Cor 1,26-28).
Os pequenos são os pobres de espírito das bem aventuranças de Jesus (Mt 5,3), os simples, o povo baixo, os pecadores, os desprezados, os não inteligentes, os considerados sem direitos ao conhecimento.
Deus cria sempre muitos desconcertos em nossos organogramas . Ele nunca se aproxima para nos dar razão, mas para nós confiarmos nele. Ele nunca nos fala para aplaudir nossos caminhos, mas para que comecemos a percorrer os seus com alegria e confiança incondicional. Quem aceita com humildade o plano de Deus acerca dele, ainda que não consiga entender todo o seu alcance e todas as suas conseqüências, esse é o “Servo do Senhor”, como Maria, a mãe de Jesus, protótipo de “eleita” de “chamada”: Eis a escrava do Senhor; “Faça-se em mim segundo a tua vontade” (Lc 1,38).
Pe. Carlos Alberto Chiquim
Fonte: http://www.sav.org.br/

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Catequista. Uma Vocação, um Ministério

A catequese tem como finalidade específica a de desenvolver, com a ajuda de Deus, uma fé ainda inicial e de promover em plenitude e alimentar cotidianamente a vida cristã dos fiéis de todas as idades. Trata-se, com efeito, de fazer crescer, no plano do conhecimento e na vida, o gérmen de fé semeado pelo Espírito Santo, com o primeiro anúncio do evangelho, e transmitido eficazmente pelo Batismo.
A catequese de primeira Eucaristia introduz a criança e o pré-adolescente na vida da Igreja, compreendendo também uma preparação para a celebração dos sacramentos, apresentando os mistérios principais da fé e comunicando aos jovens a alegria de serem testemunhas de Cristo no meio em que vivem. Pensamos que a catequese não pode ignorar o delicado período de vida que crianças e pré-adolescentes atravessam no mundo atual. Portanto, ela deve ser capaz de ajudá-los a uma revisão de sua própria vida, ao diálogo, apresentando Jesus Cristo como amigo, como guia e como modelo, suscetível de provocar admiração e, como conseqüência, a sua imitação.
A catequese apresenta o evangelho que paulatinamente vai sendo compreendido e acolhido como algo capaz de dar um sentido à vida e, por isso, de inspirar atitudes de outra forma inexplicáveis, por exemplo: renúncia, desapego, mansidão, justiça e fidelidade aos compromissos. Desde a primeira infância até o limiar da maturidade, a catequese torna-se, pois, uma escola permanente da fé e segue as grandes linhas da vida, como um farol que iluminará o caminho da criança, do adolescente e do jovem.
O catequista também deve ter uma formação permanente. Todos somos alunos e discípulos da vida e da fé desde a infância até a terceira idade. O catequista cresce na fé à medida que, inserido no grupo de catequistas, vai ajudando os outros a progredirem na fé. Os apóstolos cresceram na fé seguindo Jesus e evangelizando como Ele. Também o catequista, ao evangelizar, é evangelizado; enquanto dá, recebe; enquanto faz os outros caminharem na fé, dá largos passos no crescimento da própria fé.
Santo Agostinho afirma: “O Espírito Santo acende no coração dos fiéis um desejo mais vivo à medida que cada um vai progredindo na caridade, que o leva a amar ainda mais aquilo que já conhece e a desejar o que desconhece”. O nosso trabalho é anunciar Jesus Cristo. Ser catequista é acolher, com amor e dedicação, uma vocação - missão de fundamental importância, pois quem responde SIM a essa vocação se coloca à disposição para ajudar os que já seguem Jesus a serem discípulos mais conscientes, coerentes, maduros e generosos.
Ser catequista é colaborar com a graça de Deus e com a pessoa, para que ela assuma seu sim a Deus, e avance rumo à maturidade na fé, na esperança e no amor. Cabe à pessoa que sente o chamado a ser catequista procurar os meios de apresentar o Reino de Deus. Como nos revela Jesus: “O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente na terra: ele dorme e acorda, de noite e de dia, mas a semente germina e cresce, sem que ele saiba como. A terra, por si mesma produz fruto: primeiro a erva, depois a espiga e, por fim, a espiga cheia de grãos. Quando o fruto está no ponto, imediatamente se lhe lança a foice, porque a colheita chegou” (Mc 4, 26-29).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

O Fósforo e a Vela

Chegou o dia em que o fósforo disse à vela:-
- Eu tenho a tarefa de acender-te.
Assustada a vela respondeu:-
- Não, isto não! Se eu estou acesa, então os meus dias estão contados. Ninguém vai mais admirar a minha beleza.
O fósforo perguntou:-- Tu preferes passar a vida inteira, inerte e sozinha, Sem ter experimentado a vida?-
- Mas queimar dói e consome as minhas forças, sussurrou a vela insegura e apavorada.
- É verdade, - respondeu o fósforo
- Mas é este o segredo da nossa vocação.
Nós somos chamados para ser luz! O que eu posso fazer é pouco.
Se não te acender, eu perco o sentido da minha vida.
Eu existo para acender o fogo.
Tu és uma vela: tu existes para iluminar os outros, para aquecer.
Tudo o que tu ofereceres através da dor, do sofrimento e Do seu empenho será transformado em luz. Tu não te acabarás consumindo-te pelos outros.
Outros passarão o teu fogo adiante. Só quando tu te recusares, então morrerás!
Em seguida, a vela afinou o seu pavio e disse cheia de expectativa:
- Eu te peço, acende-me.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Estivemos lá!!!

Com alegria, entusiasmo e disposição para acolher aos jovens, participamos da 14º Pereguinação Arquidiocesana da Juventude, na Serra da Piedade. A Peregrinação reuniu cerca de 12 mil pessoas. A Celebração Eucarística foi presidida por Dom Joaquim Giovani, bispo-auxiliar da Arquidiocese de Belo Horizonte, que lembrou a missão especial de cada jovem na solução dos problemas contemporâneos e na busca de um futuro melhor para a humanidade. Após a Celebração Eucarística os jovens participaram de apresentações culturais.








quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Chamados para servir

Quando falamos do “Serviço de Animação Vocacional”, ou propriamente na “Pastoral Vocacional”, pensamos imediatamente em “Promoção Vocacional” e isto nos faz erroneamente pensar que a Animação Vocacional se reduz ao serviço de promover as vocações específicas: “sacerdotais, religiosas e missionárias”. O trabalho vocacional é mais amplo e exigente, pois indica que se deve percorrer um longo itinerário vocacional que começa no batismo de todo cristão, e que a primeira vocação da qual somos chamados é a vocação à vida.Toda vocação nasce a partir do batismo, como já afirmavam as reflexões do 2º Ano Vocacional do Brasil (2003).
Se é verdade que toda vocação nasce do batismo, ela deveria ser cultivada no seio da família e da comunidade eclesial, que tem a missão de ajudá-la na confirmação dos sacramentos. Isto exige cultivo, terreno fértil, oração da família e da comunidade, de modo que todas as vocações encontrem seu lugar e missão. Refiro-me às vocações específicas ao ministério ordenado e à vida consagrada, bem como às vocações laicais do matrimônio e dos vários serviços e ministérios a serviço da vida e da missão.
Pelo batismo somos chamados como “discípulos e missionários de Jesus Cristo em favor da vida”, já nos recordou a Conferência de Aparecida.É bom lembrar que antes do Concílio Vaticano II a animação vocacional estava reduzida à “Obra das Vocações Sacerdotais”. Tudo girava em torno da figura do padre. Após o concílio, com a redescoberta do conceito “Povo de Deus”, o significado da vocação foi melhor compreendido. Passou se criar uma consciência vocacional, embora tenhamos um longo caminho para percorrer e somos interpelados por Deus. Na Exortação Apostólica “Pastores Dabo Vobis” (cf. PDV, 34), de João Paulo II, lemos: “o cuidado que a Igreja deve ter com as vocações não é uma simples parte de uma pastoral global, mas uma dimensão conatural e essencial de toda a evangelização”. João Paulo II, no início do Terceiro Milênio, volta a surpreender afirmando que a Igreja não deve apenas promover e animar as vocações para o presbiterato, mas deve motivar e incentivar cada uma, ou seja, todas as vocações (cf. NMI, 46). Neste sentido a animação vocacional é um dever de toda a comunidade cristã, a qual, pelo testemunho de uma vida plenamente cristã, se torna mediadora da vocação divina (cf. OT, 2). Dentro desta perspectiva, a paróquia, e todas as comunidades que a ela estão ligadas, deve se comprometer com o serviço de animação vocacional, mesmo que haja uma Equipe Vocacional Paroquial (EVP), ou Pastoral Vocacional, responsável. Na animação vocacional deverão estar presentes todas as pessoas da comunidade, considerando o fato que a Igreja é “ mysterium vocationis”, ou seja, Povo de Deus convocado e reunido pela Trindade (cf. PDV, 34).
A animação vocacional procura incentivar a ação de toda a Igreja, de toda a comunidade e de suas pastorais e movimentos afins, no sentido de mediar o chamamento divino dirigido a todas as pessoas. Na maioria das paróquias a animação vocacional está restrita apenas a alguns momentos fortes. Para se criar uma consciência vocacional temos que desenvolver uma atividade vocacional permanente. Por isso é grande a urgência “que se difunda e se radique a convicção de que todos os membros da Igreja, sem exceção, tem a graça e a responsabilidade do cuidado pelas vocações” (cf. PDV, 41).
Quando o pároco se torna o primeiro animador vocacional a paróquia passa a redescobrir o valor de se despertar e cultivar uma “cultura vocacional”. Portanto, uma paróquia toda “vocacionalizada” será uma paróquia onde as pessoas terão o prazer de participar na alegria e colaborar com entusiasmo nos vários serviços e ministérios. Uma pastoral que sente-se vocacionalizada é uma pastoral que age por convicção e fé de que foi chamada para o serviço na Igreja e não simplesmente para ocupar mais um espaço. Uma pastoral, ou movimento eclesial, que tem a consciência vocacional do chamado divino gera testemunho de vida, amplia a ação pastoral, atrai e cultiva as vocações específicas para o sacerdócio presbiteral e para a vida consagrada, sem mencionar a qualidade da participação dos fiéis nas celebrações e eventos programados no âmbito paroquial.Lembremos que um dos méritos do Concílio Vaticano II foi pensar a Igreja a partir de uma nova eclesiologia, dando assim suporte a uma ação de maior comunhão e de maior participação de todas as pessoas batizadas. Somos frutos do Concílio Vaticano II, somos a “Igreja, Povo de Deus, a serviço da vida” (cf. tema do 2º Congresso Vocacional do Brasil).
Fazer animação vocacional na paróquia supõe, antes de mais nada, uma conscientização vocacional de que todas as pastorais e movimentos são chamados a despertar uma “Cultura Vocacional”, a qual podemos denominar de “vocacionalização” das pastorais e movimentos. As paróquias que estão investindo neste campo colherão seus frutos: adolescentes e jovens que optam pela orientação vocacional são acompanhados pela Pastoral Vocacional e, destes, alguns poderão ingressar nos seminários e casas religiosas, outros bem orientados vocacionalmente buscarão a vocação do matrimônio, permanecendo engajados na comunidade e fazendo da paróquia o lugar da comunhão e da partilha.
Pe. Geraldo Tadeu Furtado, RCJ

Somos parte de algo maior que nós



“Anda, quero lhe dizer um segredo...
... vem que tá na hora de arrumar
Vamos precisar de você... Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois”.
Para melhor juntar as nossas forças, o Serviço de Animação Vocacional – SAV convida você a participar do ENCONTRO EM PREPARAÇÃO AO 3º CONGRESSOVOCACIONAL DO BRASIL. COM O TEMA: DISCÍPULOS MISSIONÁRIOS A SERVIÇO DAS VOCAÇÕES. E O LEMA: “IDE, POIS, FAZER DISCÍPULOS ENTRE TODAS AS NAÇÕES”

Datas: 05 de junho (sábado) das 14h às 17h
06 (domingo) das 8h30 às 12h
Assessora: Irmã Gervis Monteiro, fsp
Público Alvo: animadores vocacionais, coordenadores
de pastorais e movimentos e pessoas interessadas no tema
Local: Hospital Madre Tereza
Irmãs: Pequenas Missionárias de Maria Imaculada
Av. Raja Gabália, 1002
Contatos: Ir. Ilanyr – 3334-8673
Frei Alexandre – 3375-2133


Pede-se a gentileza de confirmar a presença com Ir. Ilanyr ou Frei Alexandre, até o dia 30 de maio de 2010 ou pelo e-mail: savrense@gmail.com